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Ter
comunhão
significa
compartilhar,
viver
junto
com
outra
pessoa
em algo,
e isso
tanto no
bem como
no mal.
Quando
Paulo
fala da
Mesa do
Senhor -
a
participação
na Ceia,
que é a
comunhão
na Nova
Aliança
- ele
diz:
"Porventura,
o cálice
da
bênção
que
abençoamos
não é a
comunhão
do
sangue
de
Cristo?
O pão
que
partimos
não é a
comunhão
do corpo
de
Cristo?
(1
Coríntios
10:16).
Se você
entende
o
verdadeiro
significado
da
'comunhão',
fica
muito
alegre
com essa
afirmação
de
Paulo. É
preciso
lembrar,
porém,
que para
ter
'comunhão
na ceia'
não é
preciso
que você
faça
nada
além de
aceitar
que
Jesus
fez tudo
por
você.
Esse é o
verdadeiro
significado
do termo
'Nova
Aliança':
Deus
fazendo
tudo por
você.
Mas
considere
como
Paulo
continua
na
citação
acima:
"Considerai
o Israel
segundo
a carne;
não é
certo
que
aqueles
que se
alimentam
dos
sacrifícios
são
participantes
do
altar?
Que digo
pois?
Que o
sacrificado
ao ídolo
é alguma
coisa?
Ou que o
próprio
ídolo
tem
algum
valor?
Antes,
digo que
as
coisas
que eles
sacrificam,
é a
demônios
que as
sacrificam
e não a
Deus, e
eu não
quero
que vos
torneis
associados
aos
demônios.
Não
podeis
beber o
cálice
do
Senhor e
o cálice
dos
demônios,
não
podeis
ser
participantes
da mesa
do
Senhor e
da mesa
dos
demônios"
(v.18-21).
É muito
interessante
que ao
tratar
do
assunto
'comunhão'
Paulo
fale em
'alimentar-se',
'ser
participante'
e 'se
tornar
associados',
pois é
exatamente
isso que
acontece
quando
se tem
comunhão
com Deus
ou com
demônios.
Sei que
as
pessoas
não
gostam
de
sequer
imaginar
que
demônios
existem,
e muito
menos
que eles
procurem
ter
'comunhão'
com as
pessoas.
Observe
o que
Deus diz
em
Isaías
64:11,12:
"A
vós
outros,
os que
vos
apartais
do
Senhor
[ou
vivemos
com Deus
ou sob a
influência
de
demônios,
pois não
existe
campo
neutro],
os que
vos
esqueceis
do meu
santo
monte,
os que
preparais
mesa
para a
deusa
Fortuna
e
misturais
vinho
para o
deus
Destino,
também
vos
destinarei
à
espada,
e todos
vos
encurvareis
à
matança;
porquanto
chamei,
e não
respondestes,
falei, e
não
atendestes;
mas
fizestes
o que é
mau
perante
mim e
escolhestes
aquilo
em que
eu não
tinha
prazer".
Você
observou
qual é o
resultado
de 'se
associar'
com
deuses
estranhos
e
'alimentar-se'
de mesa
falsa?
Deus
não
governa
o nosso
procedimento,
a nossa
maneira
de
viver.
Cada um
faz como
bem
entende,
mas
também
arca com
as
conseqüências
daquilo
que
faz. Como
mostrei
no
início
dessa
explicação,
ter
comunhão
significa
'compartilhar'
com
alguém,
ou seja,
'viver
junto'.
Por isso
o
apóstolo
João diz
que
"A nossa
comunhão
é com o
Pai e
com Seu
Filho,
Jesus
Cristo"
(1
João
1:3). Se
estamos
em Deus,
tanto o
Pai
quanto
Jesus
compartilham
e vivem
juntos a
nós,
todas as
situações
e
circunstâncias
da nossa
vida.
Pode
existir
algo
melhor
do que
isso? O
exemplo
fantástico
de como
funciona
a
comunhão
é a
presença
do
quarto
homem
com os
três
hebreus
na
fornalha
de fogo
ardente
(Daniel
3:25). Ter
comunhão
com
Deus,
'associar-se'
com o
Altíssimo
na Nova
Aliança
é de
inestimável
valor,
mas
'associar-se'
e ter
comunhão
com
demônios
é
destruição
na
certa,
como o
próprio
povo de
Israel
descobriu
durante
os
quarenta
anos no
deserto
de
Sinai. No
Monte
Sinai,
Deus
procurou
ter
comunhão
com
Israel -
passar
para
eles a
Sua
própria
vida e
liberdade
- mas o
povo
preferiu
viver a
seu
modo,
segundo
o que
aprendeu
no
Egito.
Por quê?
Porque
Israel
foi
enganado
por
Satanás,
como Eva
no
Jardim
do
Éden. Será
que você
também
está
sendo
enganado
pelo seu
grande
adversário,
através
da
tradição
religiosa?
Certamente
você
observou
que na
citação
de
Isaías
Deus
fala em
"preparar
mesa
para a
deusa
Fortuna
e
misturar
vinho
para o
deus
Destino".
Os
demônios
procuram
formas
bastante
'atraentes'
para
enganar
os
homens e
viver
junto -
ter
comunhão
- com
qualquer
um que
não
cuida de
viver em
comunhão
com
Deus. As
pessoas
naturais
pensam
que não
há nada
que lhes
proporcione
segurança
quanto
dinheiro,
e se
preocupam
com o
que há
de vir.
Mas, sem
dúvida,
melhor
do que
isso
tudo é
ter
comunhão
com
Deus,
deixando
que
nosso
Pai
celeste
viva
junto
conosco
a
vitória
da Nova
Aliança
no
sangue
de
Jesus.
Agora
pense:
qual a
diferença
que se
pode
constatar
no
cotidiano
daquele
que tem
comunhão
com
Deus,
comparada
com a
vida
daquele
que tem
comunhão
com
demônios?
Observe
o que
Deus
diz,
comparando
os Seus
'servos'
com os
demais,
que na
citação
a seguir
Ele
chama de
'vós':
"Assim
diz o
Senhor
Deus:
Eis que
os meus
servos
comerão
(da
comunhão
da minha
mesa),
mas
vós
(que têm
comunhão
com
demônios)
padecereis
fome; os
meus
servos
beberão
(da
comunhão
do meu
cálice -
do
sacrifício
de
Jesus);
mas
vós
tereis
sede; os
meus
servos
se
alegrarão
(por
Eu viver
junto
com
eles);
mas
vos vos
envergonhareis;
os meus
servos
cantarão
por
terem o
coração
alegre,
mas vós
gritareis
pela
tristeza
do vosso
coração
e
uivareis
pela
angústia
de
espírito"
(Isaías
65:13,14).
Deus
diz
acima
que a
'realidade'
daquele
que vive
em
comunhão
com Ele
é comer,
beber,
se
alegrar
na
vitória,
e cantar
por ter
coração
alegre.
Se essa
não é a
sua
realidade,
convém
considerar
onde
você
está. O
salmista
disse: "Nas
tendas
dos
justos
há voz
de
júbilo e
de
salvação"
(Sl.118:15). Será
que isso
é porque
eles
dependem
do deus
Destino? Não;
como o
salmista
mostra,
eles têm
júbilo e
salvação
porque
"a
destra
do
Senhor
faz
proezas"
(v.15). É
essa a
sua
'realidade'?
Todos
nós
'comungamos'
como
acharmos
melhor:
uns para
salvação
eterna
nas mãos
de Deus,
outros
para
destruição
eterna
nas mãos
de
demônios.
Em que
mesa
você
está?
- irmão Bernard.
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