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O
velho homem - o homem natural - é tão
enganado por Satanás que ele somente pode imaginar que a
religiosidade - religião de todo tipo: costumes, dogmas,
cerimônias etc - certamente o levará de volta para Deus.
Ele é tão 'morto' (seco, sequíssimo em relação à Verdade de Deus)
que ele não entende que as suas obras (o que ele faz
religiosamente) são mortas, não produzem o resultado almejado.
Ele não percebe que a sua religião é vã.
Satanás tem enganado o coração
humano a tal ponto que Jesus ensinou que é possível, até, orar em
vão. Observe: "Dois homens subiram ao templo com o
propósito de orar; um fariseu e o outro publicano.
O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo (...) o
publicano, estando em pé longe, não ousava nem ainda levantar os
olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a
mim, pecador! Digo que este (o publicano) desceu
justificado para sua casa e não aquele (o fariseu)"(Lucas
18:10-14).
Essa citação mostra: (a) que as
'obras mortas' da religiosidade são apenas "de si para si
mesmo", e (b) que o coração penitente - que é espírito -
produz resultado eterno, pois o publicano arrependido "desceu
justificado para sua casa". (Nota:
ele não tinha de aguardar a vida futura para ser justificado).
Ao falarmos do velho homem,
então, aquele que jaz no vale como 'osso seco'(da visão de
Ezequiel 37:1,2), procuramos mostrar-lhe que outra cilada que
Satanás usa contra o
homem
para
mantê-lo
na morte
e,
conseqüentemente,
longe de
Deus
(pois
Deus não
pode se
relacionar
com a
morte),
é a
religiosidade
que
somente
leva a
'obras
mortas'.
É tão importante que você
entenda o perigo da religiosidade que o Espírito Santo nos faz
lembrar da condição da igreja (irmãos) em Sardes: "Conheço as
tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. Sê
vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não
tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus"(Apocalipse
3:1,2).
Provavelmente esse seja o mais
sutil dos enganos que Satanás é capaz de promover no coração do
homem: fazer com que a pessoa tenha nome (fama) de que é viva,
mas esteja morta. É isso que a religiosidade faz.
As 'obras mortas' somente levam a isso: engano e mais engano.
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