|
Concluímos
o capítulo anterior observando o problema das 'aspirações e
ambições' dos nossos filhos. O pai exerce uma grande
influência nesse sentido, tanto em termos naturais como em termos
espirituais. O que alguns pais ignoram é que o seu próprio
comportamento pode ser interpretado de maneira diferente por cada
um de seus filhos. Mas o que todo filho (sem
exceção) faz é 'usar' os 'valores' dos pais em benefício
próprio, e, como veremos o caso de Jacó, cada filho de Isaque
soube aproveitar (beneficiar-se) bem, ainda que de maneira
diferente, do apetite (interesses) de Isaque. Jacó
também fez isso no momento da bênção.
Outro fator que opera nesse
sentido é o desejo que o filho tem de agradar ao pai.
No caso de Isaque com Esaú, a
valorização excessiva da habilidade do rapaz (era perito
caçador) prejudicou o seu desenvolvimento em termos da fé e de
Deus. E será que
|