Trecho do Livro:

             
MVV- Ministério Verdade Viva
Servindo a Você com todo prazer onde Você estiver

    

Retornar ao Início

Para ler trecho de outros livros, clique AQUI     

 

 
 

 

 

Para os capítulos, clique AQUI        

  Cântaro
               Agradecemos a oportunidade de lhe apresentar trecho deste livro. Aproveite-o com Atenção
     Pedir Livro, clique AQUI 
 
Cântaro

(páginas 1-7)

As multidões

 

Às dez para três horas da madrugada, acordei com o meu espírito angustiado por um quadro assustador: "Multidões, multidões no vale da decisão (...)" (Joel 3:14): morrendo, agonizando, padecendo, perecendo . . . por falta de água.  Alguns, de joelhos, ou mesmo prostrados, com o rosto em terra, clamavam por socorro.   Outros, no intuito de não ter consciência da tremenda agonia da morte, injetavam-se substâncias que provocavam alucinações, mas logo o efeito daquelas drogas passava, e novamente eles se retorciam no chão.

Então observei que a maioria já estava num estupor de morte tão profundo que nada faziam no sentido de encontrar uma solução.   Mas . . . não havia mesmo solução alguma para eles naquele vale, pois a água de que precisavam não corria naquele deserto. De vez em quando toda aquela terrível cena se perturbava: era quando alguns, na ânsia da morte, investiam contra os outros, e se matavam. Olhei . . . mas não havia nada naquele lugar que pudesse aliviar a situação desesperadora daquelas multidões.   E parecia-me que ninguém se importava no sentido de se esforçar como empenho necessário, para resolver a situação daquelas multidões.

Vi que alguns, no meio daquela multidão, faziam de conta que não estavam morrendo pois se ocupavam continuamente em vestir-se de branco.   Isso lhes dava a aparência de estarem bem e, reunindo-se em lugares especialmente designados, fingiam adorar a um Deus que os abandonara à própria sorte.

Mas era tudo em vão, pois de vez em quando eles caiam para trás sem forças, e morriam como os demais; a religiosidade não lhes dava vida.

É impossível descrever com precisão tudo o que passou no meu espírito naquela madrugada enquanto o Espírito Santo me mostrava, de maneira tão dramática, o problema das multidões moribundas.

Então, repentinamente a cena mudou por completo; vi uma fonte de água.   Ali na montanha pertinho daquele terrível vale da morte, vi uma fonte de águas cristalinas que jorrava de uma rocha.   A paz, a vida, a esperança que aquela cena projetava era algo impressionante.   Aquela água a jorrar era muito, muito linda, algo que refrescou o meu espírito, reanimando-me com a alegria de viver.

Mas então vi algo muitíssimo triste: bem juntinho àquela fonte de águas cristalinas, havia um cântaro despedaçado nas rochas.   Alguém fora ali buscar água.   Sim, sem a menor dúvida, o cântaro era para levar água para alguém naquele vale desértico lá embaixo, mas . . . a pessoa deixou cair o cântaro - o cântaro que poderia levar, para aquelas pessoas moribundas, a preciosa água de que tanto necessitavam.

E o cântaro ali ficou, juntinho à fonte: inútil, sem nenhum valor, quebrado em mil pedaços.  A triste realidade daquela cena inundou o meu espírito, e o Espírito Santo me disse: 'As multidões perecem sem a Água da Vida. Procuram, procuram, mas, naquele vale onde estão, não há ninguém que as possa socorrer.   A única esperança para elas é esta água que jorra desta fonte, mas quem a levará a elas?'

"Multidões, multidões no vale da decisão" morrendo por falta desta água, mas . . .

Continua na página 7 do livro.

 

Você conosco, página por página, aos cuidados do Espírito Santo