Olá Amado Irmão
Bernardo e Pessoal do
Ministério,
Agradeço a Deus pela
tecnologia digital (CDs)
e pela internet, pois
atualmente eu não tenho
ninguém por perto pra
compartilhar a gloriosa
vida em Espírito que
Cristo providenciou para
nós termos comunhão com
Deus Pai. Tenho ouvido e
lido os ensinamentos e
eles tem sido muito
bons. Bons para me
ensinar, e melhor
ainda para confirmar
dentro do meu espírito
que essa vida nova, essa
nova natureza, essa nova
criação FUNCIONA
MESMO!!!
Recebi a série "Fé",
graças a Deus por isso.
Obrigada pelo "brinde" -
a reunião de mulheres!
Já ouvi várias vezes, já
ri, já chorei... Parece
que conheço vocês desde
sempre.
Agora quero dar um
testemunho de uma
verdade que aprendi
esses dias. Meu joelho
começou a doer. Assim,
de repente; não caí, não
bati, não me machuquei.
Primeiro quero dizer que
quando eu era mocinha
foi diagnosticado que
meus meniscos eram
defeituosos, e que eles
nunca funcionariam
direito. Eles "estalam"
quando eu ando. Em
segundo lugar, minha mãe
sofre de uma artrose
horrorosa, ela é toda
torta, não anda direito
- usa um andador, nem
consegue segurar os
talheres direito para
comer. Não escreve,
precisa de ajuda para se
vestir, calçar
sapatos... Me foi
ensinado que isso é
hereditário.
Muito bem, com meus
joelhos doendo, e o
dignóstico infernal
(porque era dentro da
minha cabeça) era:
pronto, já já você não
anda mais.
Mas comecei a louvar
ao Senhor pela
oportunidade dEle
fazer joelhos novos
perfeitos, e pela obra
consumada de Jesus
Cristo que foi moído
para que eu fosse
sarada, e assim por
diante. Acontece que não
melhorava. Durante duas
noites eu chorei de dor
(não dava para dormir) e
de indignação (afinal,
não estava melhorando),
minha filha me cuidando,
queria que eu tomasse
remédios. E eu
dizendo que já fui
curada, eu sou sarada,
meu Pai cuida de mim,
etc... Durante o dia eu
não conseguia andar
direito, mancava, por
causa da dor.
Comecei a me culpar,
dizendo pra mim mesma
que se não estava
funcionando, não era
Deus que não estava
fazendo nada, mas eu não
tinha fé suficiente.
Então meu filho me disse
que fé era dom de Deus,
e se eu não tinha, Deus
não tinha me dado, não
era minha culpa...
Imagine a confusão
dentro de minha mente!
Eu ia dormir dizendo
pra mim mesma, eu vou
acordar novinha em
folha! Na manhã do
terceiro dia, quando
amanheceu, e eu fui sair
da cama, surpresa: ainda
estava doendo. E muito!
Então, mancando em
direção à cozinha pra
fazer café, eu falei pra
Deus: "Paizinho, o que
você quer que eu ensine
pra meus filhos? Que
esse é seu cuidado
comigo? Ficar doendo,
doendo e eu me
arrastando pela casa?
Que eu não preciso de
remédio porque você cura
todas as doenças? Que
isso é teu amor, teu
cuidado?" Na hora eu
percebi o quão soberba
eu ainda sou... Eu
estava indignada com
Deus, achando que
afinal, eu merecia ser
curada, não estou
"oferecendo sacrifício
de louvor"?
Também aprendi que se
for "da boca pra fora"
não adianta. O
agradecimento e louvor
tem que ser no espírito
e em verdade!!!
Minutos mais tarde
Deus me disse que "NUNCA
TE DEIXAREI, JAMAIS TE
ABANDONAREI"!!! Aprendi
que "MESMO QUE EU ANDE
NO VALE DA SOMBRA DA
MORTE, NÃO TEMEREI MAL
ALGUM"!!!
Aprendi que mesmo que
eu seja provada, que
algo que eu não esteja
entendendo aconteça, o
final disso nunca será
morte ou destruição. Não
é nada maligno (nem
preciso ir no médico pra
saber), não vou morrer
disso. Não é artrose
(meus joelhos não vão se
gastar ou calcificar).
Quem veio pra matar e
destruir foi o inimigo.
Tudo o que acontece
comigo vai resultar em
vida! Vida! Vida
abundante! Aleluia!
Instantaneamente,
repito,
instantaneamente, quando
o louvor veio do fundo
do meu coração, com a
convicção do espírito de
que eu não ia sofrer
dano nenhum, comecei a
melhorar.
Pude ensinar essa
lição para meus filhos,
porque ela foi real e
viva em minha vida.
Agradeço a Deus por
ter enviado Jesus ao
mundo "não para ser o
juíz, mas pra mostrar
seu amor profundo".
Agradeço a Deus por não
desistir de mim, mesmo
que eu o envergonhe.
Agradeço a Deus por ele
ter me dado uma família
onde posso compartilhar
o que eu aprendo sem ser
criticada ou julgada.
Agradeço a Deus pela
vida de vocês que tanto
me ensinam - e,
pacientemente, me
"ouvem"...
Um abração e um
beijão,
- CAC